(Seção post que ninguém entenderá, somente aquela pessoa es-cro-ta)
Não há uma defesa porque não há a necessidade da defesa. Acho mesmo que o grande problema são os papéis no convívio. A forma como encaramos as coisas, onde cada um se posiciona ou deixa pra lá. Confesso que é fácil por um lado, fica tudo mais ou menos definido. Não mexe comigo sou perigosa e tal. Claro que não é bem assim. E por outro lado há a dificuldade em ser aceito ali, quando todo mundo tem medo etc. Porque nós intimidamos.
Eu estava falando outro dia. Pensando e falando com uma ou duas pessoas. Quando eu parei de tentar.
"Nossa, mas você devia tentar".
Não.
Porque a última vez que aconteceu eu saí de vilã. E taí uma coisa que eu não curto, sair de vilã. E não é que eu seja a mocinha. Jamais. Mas cansei de só ter o papel da bruxa má nessa grande encenação chamada vida. Ato I A tragédia humana. Cansei mesmo. E nessa época eu aguentei tudo calada, mas hoje não sei se aguentaria. Eu acho que o problema principal das pessoas é não saber flexibilizar seus papéis. É achar que ninguém percebe. "Nossa, você tá bem? Sentimos muito". Não sentem. As atitudes demonstram isso. Mas veja bem, é irrelevante. No fim das contas não faz a menor diferença. Só que a necessidade de continuar no papel exige o esforço da mentira. Não sentem e jamais sentirão. O problema não é o tapa no ombro, o problema é que não há a necessidade do tapa no ombro. Não sabem flexibilizar os papéis, seguem na necessidade de seguir o roteiro.
Por isso eu acho engraçado quando a pessoa me acusa. Ela não sabe flexibilizar o papel. Acredita realmente que houve má fé, acredita realmente que foi a vítima da situação toda. Veja bem, eu poderia também fazer esse papel, o da vítima, mas acho cômodo demais, então prefiro o mais difícil que é ponderar. E tudo isso me dá margem para ver. Fomos vítimas de uma situação. Porque eu também tenho munição para apontar o dedo na cara dos outros. Acho cômodo fazer isso. A situação é muito mais ampla.
Impossível ir contra. Como eu disse, a última vez que tentei, saí de vilã. Hoje, fica assim. Não me esforço para mudar essa imagem. Apenas rio por, justamente você, bancar o papel do mocinho. Então, um beijo e boa sorte. Você bem vai precisar mesmo. De sorte.
Não há uma defesa porque não há a necessidade da defesa. Acho mesmo que o grande problema são os papéis no convívio. A forma como encaramos as coisas, onde cada um se posiciona ou deixa pra lá. Confesso que é fácil por um lado, fica tudo mais ou menos definido. Não mexe comigo sou perigosa e tal. Claro que não é bem assim. E por outro lado há a dificuldade em ser aceito ali, quando todo mundo tem medo etc. Porque nós intimidamos.
Eu estava falando outro dia. Pensando e falando com uma ou duas pessoas. Quando eu parei de tentar.
"Nossa, mas você devia tentar".
Não.
Porque a última vez que aconteceu eu saí de vilã. E taí uma coisa que eu não curto, sair de vilã. E não é que eu seja a mocinha. Jamais. Mas cansei de só ter o papel da bruxa má nessa grande encenação chamada vida. Ato I A tragédia humana. Cansei mesmo. E nessa época eu aguentei tudo calada, mas hoje não sei se aguentaria. Eu acho que o problema principal das pessoas é não saber flexibilizar seus papéis. É achar que ninguém percebe. "Nossa, você tá bem? Sentimos muito". Não sentem. As atitudes demonstram isso. Mas veja bem, é irrelevante. No fim das contas não faz a menor diferença. Só que a necessidade de continuar no papel exige o esforço da mentira. Não sentem e jamais sentirão. O problema não é o tapa no ombro, o problema é que não há a necessidade do tapa no ombro. Não sabem flexibilizar os papéis, seguem na necessidade de seguir o roteiro.
Por isso eu acho engraçado quando a pessoa me acusa. Ela não sabe flexibilizar o papel. Acredita realmente que houve má fé, acredita realmente que foi a vítima da situação toda. Veja bem, eu poderia também fazer esse papel, o da vítima, mas acho cômodo demais, então prefiro o mais difícil que é ponderar. E tudo isso me dá margem para ver. Fomos vítimas de uma situação. Porque eu também tenho munição para apontar o dedo na cara dos outros. Acho cômodo fazer isso. A situação é muito mais ampla.
Impossível ir contra. Como eu disse, a última vez que tentei, saí de vilã. Hoje, fica assim. Não me esforço para mudar essa imagem. Apenas rio por, justamente você, bancar o papel do mocinho. Então, um beijo e boa sorte. Você bem vai precisar mesmo. De sorte.
11 comentários:
Olha, nada a ver com o post, mas outro dia me chamaram, novamente de pessimista.
é esse o papel que eu tenho saca? do cara que diz "ó, isso aí não vai dar certo não, se liga" e depois é ignorado pra seis meses um ano depois ver as pessoas dizendo exatamente o que eu disse anteriormente.
e, principalmente quando eu digo a respeito da minha vida, as pessoas acham que eu sou pessimista ao extremo.
viver tudo que eu vivi e tomar os tombos que eu tomei, ninguém quer...
portanto, sei bem o que você diz ao seguir no papel que a vida lhe impôs. sigo, no meu pessimismo, porque ser otimista só me fez acabar em desilusão e pior ainda de onde tinha saído.
beijos.
eu espero que a talpessoa leia o post, pq vc tem razao, eu nao entendi mesmo
eu espero que a talpessoa leia o post, pq vc tem razao, eu nao entendi mesmo
É o Allan, vcs brigaram?
=0
Espero que a tal pessoa entenda, beijo
ser pessimista é uma ótima estratégia, guilherme. assim sempre o que vem é lucro. ps: prefiro chamar de realista, mas as pessoas classificam como pessimista.
A inaie é todo avoada, né? já descobriu o que é uma vila?
Eu tbm pensei no Allan, mas talvez ele seja o único que te entenda realmente ( daqueles que convive com vc) e então deve ser outra pessoa.
Embora vc não conte tudo, não acho que vc esteja mentindo. Vc é apenas uma jovem com dificuldades, que erra mas não é a única e odeia se vitimizar.
gente, pelo amor de deus, o post é prum exu escroto, não pro allan. tadinho.
e você por acaso flexibiliza no papel de injustiçada pelo mundo que você sempre adota, ao menos nesse blog?
então não reclame dos outros.
Mas vc tá de férias de novo ?
Eu avho q tá de férias de novo no mesmo ano, sim ...
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