Sábado, Julho 04, 2009

snoopy

Uma das minhas alegrias é quando Daniel responde meus emails, a gente sempre fala da possível viagem dele pra Jiboia City, mas não é somente essa a minha alegria. É que o Daniel é tipo o que eu era meses atrás, não conhece nada do Mato Grosso (como a maioria de vocês), daí que tem um aeroporto em SINOP e ele nunca consegue acertar o nome dessa cidade.

Volta e meia escreve "Quando eu for pra Sinipe" ou "Sinope é longe", hoje escreveu "Estava vendo a passagem pra Snope".

Esperando ansiosamente pelo dia em que ele escreverá "Tô indo pra Snoopy, um beijo".

Sexta-feira, Julho 03, 2009

so-fri-men-to

No Rio, chegava fim de semana, o que me era oferecido alternava em:
- cinema / show / boate
- putaria
- bar
- viagem pra região dos lagos


Agora aqui.


Não me chamaram pra acampar em Sinop? Quase que eu digo "minha filha, isso aqui pra mim já é um grande acampamento. O sofrimento é o mesmo". Uma hora depois veio um cara e perguntou se eu queria conhecer a igreja dele. Não. Juro, foi o que respondi. Não, obrigada, não é muito minha praia. Hoje veio um cidadão que nem me olha direito e perguntou se eu jogava alguma coisa, porque vai ter umas olimpíadas nesse fim de semana e tal. Vontade de rir na cara da pessoa, sabe. Jogar comida goela adentro serve? Se serve, pode me inscrever, um beijo.

Semana que vem tem rodeio. E fui obrigada a comprar o ingresso. Malzaê, Peta.

Quarta-feira, Julho 01, 2009

nomes para NÃO dar aos seus filhos

Olha, antes de mais nada, preciso dizer: tentei a todo custo não postar sobre isso, porque né, toda uma ética envolvida, não posso expor um cidadão ao ridículo, muito menos um cidadão que paga meu salário.

Mas não deu. I'm so sorry, cidadão brasileiro.


As pessoas tem os piores.nomes.do.mundo.

Nego se chama Picanha, sabe. PI-CA-NHA. Peguei a identidade no afã de encontrar lá

Filiação:
Alcatra da Silva
Maminha de Souza

Mas nada. Ou seja, os pais tem nomes NORMAIS e sacanearam o filho. Porque quando o pai ou a mãe tem um nome muito bizarro, é compreensível que ele queira passar o legado da humilhação pública adiante. É tipo a maldição do nome composto. Pode reparar que 90% das pessoas com nome composto herdam essa tradição, eu que o diga.

Aí passa um tempo, penso que nada mais me choca, até conhecer um cara extremamente uó chamado Edy Belo. Olha, não aguento quem se chama Edy, muito menos Edy Belo e ainda é arrogante, meu filho, alou, com esse nome vir pagar de Eike Batista? Nasce de novo.


E os y's? Outro dia apareceu uma tão cheia de y, tinha uns 3, tão sortido o nome que até esqueci, tipo a mãe foi pegando letras soltas dentro de um saco, adicionou 3 y's (porque é dygno) e pronto, o nome da filha estava escolhido. Era algo como Kytyandressy. Daí CHOQUEI, né? Fui procurar no sistema nacional pensando "porra, taí, deve ser a única do Brasil"... Gente, MILHARES de Kytyandressy.

Essa semana de novo. Apareceu lá um Senhor. E não, não era velho, era um homem CHAMADO Senhor. Mais uma vez cometi o desatino de procurar em nível nacional e o que acho? Vários Senhores. E depois que você descobre isso, você não consegue voltar a trabalhar normalmente, você anda feito zumbi, tentando achar algum sentido na vida, até as pessoas perguntarem "você tá bem?". Tô não, quero um bromazepam.

Tem um outro que jurei que não falaria, mas a boquinha coça.

Maria Finco Pall.

Terça-feira, Junho 30, 2009

quer ser feliz? vem com a gente!

Se eu entendesse de tecnologia, fazia um podcast com as minhas conversas com o Allan pelo telefone.

Allan, coitado, teve que vender as ações dele para cobrir dívida alheia, mas não perde o brilho:


- RAINHA DA SUCATA ESTÁ FA-LI-DA! PERDI TODAS AS AÇÕES DA EMPRESA!

(Gente, a pessoa está endividada até o cu e consegue rir, amo muito, alma gêmea total)


- Calma amigo, Laurinha vai te ajudar.

- Laurinha não! Você me odeia!

- Eu vou acabar com sua vida, sua sucateira ordinááááária.

- Lauriiiiiiiiiiinháááááááááá



Depois de nos recuperarmos dos ataques histéricos de riso:

- Olha, quero deixar claro que vi a cena no youtube, não tenho IDADE pra ter visto essa novela.

- Hahahahaha, nem eu, amiga. Sou muito jovem.

Segunda-feira, Junho 29, 2009

as intempéries de comprar lavadoura

Cara, estou há 3 meses sem máquina de lavar. Na verdade, dois meses, pois no Grande Hotel Ibiza eles lavavam as minhas roupas. Tudo bem que elas viam com pentelhos alheios, mas enfim, e nem eram meus mesmo, porque eu reconheço meus pentelhos. Quando eu dizia que aquele hotel era o fim, nego achava que era drama.

Essa semana rolou de eu conseguir comprar a máquina de lavar, daí lembrei que umas semanas atrás eu tinha achado uma máquina bonitinha, pequeninha da brastemp e mandei para minha mãe ver. Segue:

- Minha filha, UM QUILO que ela lava? Você gorda desse jeito, vai lavar o quê nela? Uma calcinha?

Mamãe S2 fófis.

Aí hoje comprei uma de 6kg, e minha mãe:

- É, vai conseguir lavar no máximo duas calças.


Gente, quem precisa de inimigo?

Sábado, Junho 27, 2009

vacilou, leva tombo

Já passei da fase de ficar puta quando perguntam da violência no Rio, agora eu faço piada e olha, eu conto de um jeito tão sério, que a pessoa realmente acredita. Acho válido.


Jiboiacitiano: O Rio é violento mesmo como passa na tv?
Eu: É sim. Lá a gente mata só pra ver o tombo da pessoa.


Comprovando a fama negativa do Rio de Janeiro desde 1983. E com gosto! Mandei ser burro?

Sexta-feira, Junho 26, 2009

aulinha de história

Antes de mais nada, quero dizer que não não escutei/vi o Maxi Lopez falando, logo, não posso afirmar que ele disse. Por enquanto nada foi provado, então não acho legal fazer julgamentos, apesar de eu te dito no twitter que "macaco é até um animal simpático, e você que é argentino?".

Só me limito a fazer um post comentando a reação das pessoas, que é sempre pior que o preconceito noticiado.

"vou processar quem chama de branquelo, quero só ver!"

E aí eu sempre lembro de um belíssimo texto que li há trocentos mil anos na comunidade História. Fui atrás do texto na própria comunidade do orkut e não achei, mas jogando no deus google, encontrei no blog do Pedro Nunes.

Era um tópico onde um adolescente questionava a tal supervalorização dos negros. Essa coisa de colocar em novela, de camisa 100% black, revistas voltadas para a raça negra etc.

Eis a brilhante resposta, que também serve para os brancos "branquelos" que querem processar os outros.

"Também me incomoda essa supervalorização. Já não basta todos os presidentes do país terem sido negros, já não basta que 87% do Congresso brasileiro é de negros, já não basta que o governo só escuta religiões afro-brasileiras e não dá a mínima bola para bispos católicos brancos em greve de fome, já não basta a maioria dos universitários serem negros, os negros viverem mais do que os brancos e serem menos vítimas de violência e quase toda propaganda ser estrelada por modelos negros e mais, eles controlam 72% do PIB brasileiro. Não agüento mais os negros controlando a FIESP em Sp e que tenhamos que estudar só História da África na escola e nada de Europa branca. Não agüento estes feriados por Oxalá, Ogum e Iemanjá. Chega! Vamos nos unir e lutar pelos brancos neste país de exclusão dos brancos! Chega da polícia só bater nos brancos! Chega de negros reitores, governadores, delegados, bispos e papas! Basta do Imperialismo de Gana, Senegal e Angola! Todo poder aos excluídos!!! O governo Lula deveria indicar ao menos um branco para seu governo! Abaixo a discriminação. Vamos levantar a moral dos brancos humilhados e explorados por este domínio de 500 anos! Os brancos devem ter direito a morar nos Jardins, no Leblon e em outros bairros de elite também!"

E termino o post citando Paulo Autuori, que para ele, o racismo não tem muita importância. "Temos que nos preocupar com coisas mais sérias". O que é o racismo perante um campeonato de futebol, não é mesmo, minha gente?

Quinta-feira, Junho 25, 2009

mentira tem perna curta

Luciano me mandou por email esse post.

Isso em CUIABÁ, depois nego diz que nunca viu um índio. MEU CU.

Cara, o melhor é que os índios no INTERIOR andam vestidos, diferente da capital, onde mora meu amado leitor indignado. Eles saem da tribo e colocam roupas quando vem para a cidade, continuam pintados, mas com uma bermudinha, um short. O máximo que eu vejo são os peitos das índias que andam com vestidos e sem sutiã.

you are not alone

Tem duas músicas que eu sempre escuto quando estou mal, Little girl blue e You are not alone. A primeira, porque descreve a minha vida sem tirar uma linha; e a segunda por ser simples como toda canção de apoio deve ser. Sempre senti um conforto instantâneo ao escutar essa canção, diferente, por exemplo, de escutar Everybody Hurts, onde a dor parece aumentar cada vez mais.

Eu só consigo lembrar de quando ganhei meu LP History, 10 anos de idade e ficava imitando o Michael escondida da minha mãe, que volta e meia se escondia e conseguia me ver.

Billie Jean é a minha favorita do Michael Jackson. E sempre achei que, musicalmente falando, Black or White fosse tão forte quanto a 5° Sinfonia, e nessa lista também entra Star me up.

Existem e existiram excelentes músicos, pintores, artistas em geral. Mas poucos desses excelentes, revolucionaram. Mudaram o curso das coisas. Você, Michael, foi um deles.

Quarta-feira, Junho 24, 2009

cadê meu cuscuz?

Decepção é a palavra que define minha reação na festa junina de Jiboia City.

Não tem cuscuz em nenhuma barraquinha, e pior, nego NEM SABE o que é isso. Pensaram que era xingamento. Juro.

Foi uma cena pa-té-ti-ca eu indo de barraca em barraca, perguntando:

- Moça, tem cuzcuz?
- q/
- Cuscuz.
- TEM NÃO!


"Tem não" = "tô aqui trabalhando diboa, tentando ganhar um dinheirinho pra minha comunidade e você vem de zoação??".

Eu super sem graça, nem tentei me defender.

E lá ia eu para outra barraca repetir o diálogo, chegou no final, o pessoal das barraquinhas já tinha conversado entre si, de modo que a última, antes de eu abrir a boca, já disse "não tem!".


Como assim não tem o melhor.doce.junino.do.mundo?

Sem noção esse lugar.

einstein vive

Acabo de receber o segundo melhor email do mundo. Ninguém bate o primeiro colocado, mas o de hoje quase supera. Muito pensando em criar um cantinho do leitor aqui, hein?

Um mato grossense me manda um email indignado com a falsa imagem que eu passo do Mato Grosso.

FALSA IMAGEM.

Segue:

"Tenho 21 anos, nascido e criado aqui e nunca vi um índio"

Meu filho, até aí eu tenho 25 anos, nascida e criada no Rio de Janeiro e nunca fui assaltada. O que não significa que não há assaltos. O que não significa que no Mato Grosso não haja índios. E ainda fica PUTO como se, sei lá, uma terra de índios diminuísse o valor da população. Mein Kampf total.


"Patrícia, você passa uma imagem do Mato Grosso ser uma selva (...). Fico decepcionado pois admiro seus textos. Mas você tem a mesma mentalidade das pessoas ditas de "cidade grande", só enxergam o lado ruim e são preconceituosos com os outros estados"

Aqui entra uma questão que me irrita profundamente. O coitadismo. Ó, somos vítima de preconceito. Ó, nos olham como se fôssemos selvagens. Olha, nego lá fora acha que brasileira é tudo puta. Minha reação? BOCEJOS. Nego lá fora acha que aqui só tem banana, nego andando pelado na rua e macacos convivendo em paz com seres humanos. Minha reação? Gargalhadas com Os Simpsons. Que mania uó de se vitimizar que o brasileiro em geral tem. E olha que não falo de região específica, falo de uma forma geral mesmo. Se nego fizesse o seu ao invés de olhar o que o outro acha, talvez esse país fosse mais adiantado. É gaúcho puto porque é chamado de viado, é nordestino puto porque chamam de flagelados, paulista que só pensa em trabalho, carioca que adora uma putaria. CA-GUEI no que o outro está pensando. Você deveria fazer o mesmo.

E assim, estou em Jiboia City e é uma região onde há muitos índios, é uma área da Floresta Amazônica, e segundo as próprias pessoas da cidade, até 5 anos atrás era comum achar onça perdida no centro da cidade. Veja bem, no CENTRO da cidade, não era em uma areazinha afastada. Então, vai me desculpar, mas preconceito é minha pica, são FATOS. Eu não tenho culpa da realidade. Se você vive em Cuiabá-Rondonópolis-Whatever, não vem querer pagar uma de ofendido antes de visitar o nortão.


E você tem que se decidir se mora no Pantanal ou na Amazonia, não dá pra viver nos dois simultaneamente. Prourei e não achei também nenhuma cidade no estado chamada Jibóia. De qualquer forma você escreve muito bem.
Abraço.

Não sei se me choco da pessoa achar que vivo pulando de galho em galho entre o Pantanal e a Amazônia, como se eu fosse, sei lá, o macaco prego, ou se me choco pelo fato da pessoa realmente acreditar que Jiboia City é o nome verdadeiro dessa pocilga.

Mas é a vida, né campeão? Abraço.

Segunda-feira, Junho 22, 2009

pra bom entendedor...

Eu tinha um tio avô que era a graça da família, todo mundo ficava em volta para escutar os causos. Morreu faz tempo, mas ele me marcou muito. Altas histórias do tipo uma vez que ele, bêbado, pensou que tinha achado a mulher da vida dele e descobriu no dia seguinte que era um travesti. "Mas como assim, você não percebeu na hora?". Não, não, ela virou a bundinha, eu fiquei louco e nem reparei. Em uma outra ocasião, ele contava que se fez passar pelo assassino mais procurado do estado e fez refém durante 2 horas a família do cunhado, sem arma alguma, só com o terror da lábia. Para depois dizer arrá-pegadinha-do-malandro. Ídolo, preciso dizer?

Mas Tio Coque, como toda pessoa engraçada, carregava o fardo da incompreensão alheia. Então, ele tinha um jeito peculiar de contar as histórias e todo mundo ria, mesmo quando ele contava do chifre levado da esposa junto com o melhor amigo, mesmo quando ele, dilacerado por dentro, contava quando matou um cara por legítima defesa e dizia sempre "não tem um dia que não penso nele".

Uma vez, uma das histórias me chamou atenção. Não a história em si, mas a reação das pessoas. Ele estava contando como tinha quebrado a perna e todos na sala riram. Aquilo para mim foi um espanto, um ano antes eu tinha quebrado o braço, sabia como era a dor de um osso quebrado. Tio Coque contava e recontava a história arrancando gargalhadas da sala cheia. Eu devia ter uns 10, 11 anos, e só pensava "o cara quebrou a perna, seus loucos, onde tá a graça?".


- HAHAHAHAHA que maneiro, o carro passou em cima da sua perna.



Enfim. A moral da história, quem tiver bom senso saberá.

Domingo, Junho 21, 2009

steviewonderando pela vida

Eu acho que todo mundo na vida deveria ter a sensação do que é ser míope e andar sem óculos em casa.

É sublime.

Primeiro que tudo que é bicho que aparece, eu saio correndo atrás dos óculos, para só então, poder matar tal bicho. Só que na maioria dos casos, quando volto com o inseticida em mãos, cadê o bicho? Já sumiu. Eu começo a procurar com aquele medo de filme de terror, fico paranóica, qualquer ventinho eu acho que é o bicho e começo a me bater.

Repetindo: é sublime.


Hoje vi uma barata em cima da pia, o inseticida estava perto, não pensei duas vezes "vou matar é agora".

E txxxxxs na barata... NADA dela se mover. Vou no quarto de mansinho, coloco os óculos, quando volto vejo que é o cabo de uma concha.

- Mais pra direita!

Sábado, Junho 20, 2009

geração basket case

Olha, já começo esse post dizendo que tenho muita VERGONHA do que vou dizer. Mas enfim. O que é a minha vida senão uma vergonha sem fim?

Eu cansei, sabe. Mas cansei foi de trabalhar, não foi de Jiboia City, não foi um cansaço porque o trabalho é um saco (nem é, as vezes é até legalzinho), mas é um cansaço de TER que trabalhar. Saudade da minha vida de acordar 5 da tarde e passar a madrugada em claro na internet. Saudade. Lembro que todos os meus amigos diziam "você vai ver como é legal trabalhar, ganhar seu dinheiro, se sentir útil..."

Na boa? Meu cu.

Eu sei que pode parecer que estou sendo ingrata, já que meses atrás eu estava aí na INATIVIDADE reclamando da vida, reclamando que era sustentada por mamãe. Mas ó, SAUDADE.

Não sei se talvez esse sentimento seja normal para quem começa a trabalhar, idade que para a maioria das pessoas normais vai dos 18 aos 20 anos. Então, digamos que é normal você ter 18 anos e reclamar que queria a boa vida de antes, sossego, mó solzão, praia da barra. O que não é normal é a pessoa ter 25 anos e reclamar disso, é aí que entra a vergonha que eu falo, porque sou a primeira reconhecer a infantilidade da minha reclamação.

Eu sinto como se a minha vocação de vagabunda não estivesse sendo respeitada pela vida. Como se eu tivesse nascido com a vocação de ser surfista, mas infelizmente por um sarcasmo do destino tivesse nascido no PARAGUAI. Cadê meu mar? Como posso ser feliz nessa situação? Sinto como se o maior sonho da minha vida fosse dar muito, mas que por obra da fatalidade eu tivesse nascido na Ilha de Lesbos. Tô afim de chupar xoxotinha não, quero piroca. Entenderam?

Não adianta nego dizer "tá infeliz, volta pro Rio", porque não é o Rio de Janeiro que será minha salvação. Minha salvação é eu descobrir hoje que tenho uma herança milionária e nunca mais na vida ter que trabalhar. Eu nasci para acordar às 5 da tarde, eu nasci para não fazer nada e estou eu aqui pegando no batente. Não tenho a visão que o trabalho dignifica.

E gente, lembrando que faltam 29 ANOS E 9 MESES para eu me aposentar.

Tenho salvação?

Quinta-feira, Junho 18, 2009

lula

Gente, Lula vem pra Alta Floresta amanhã. A região não fala outra coisa.

Lembrando que moro no nortão, então se passar no JN a cidade de floresta, se liguem que é uma cidade TOP por aqui. Alta Floresta e Sinop são tipo Nova York e Paris. O objetivo da pessoa que mora em Jiboia City é um dia conseguir morar nessas duas cidades.

Preciso dizer que o objetivo da minha vida é me joar do prédio mais alto que eu tiver acesso?

POXA, PENA QUE NÃO HÁ PRÉDIOS AQUI.

Amanhã todo mundo ligado no Jornal Nacional vendo a que ponto eu cheguei.